Há alguns dias li o texto da minha amiga Daíza Lacerda no Motonline (http://www.motonline.com.br/colunistas/m
Aquela matéria, escrita com um carisma que acho que só a Daíza tem, me levou a pensar que todos temos um "quê" de moto em nossas vidas.
Pois bem, minha vida possui o gravame moto. Afinal, de moto fiz diversos amigos, passeei, viajei, chorei, tive raiva e muitas outras coisas. Eu sou motociclista. Mas, e aqueles que não o são? Como a moto faz parte na vida de cada um desses?
Meu pai, por exemplo, andou de moto durante alguns anos (nos idos dos anos 80), mas caiu uma vez, quebrou o braço, usou gesso por uns tempos, ficou com medo e nunca mais subiu numa moto na vida. Ele pensou que tinha extirpado a moto de sua vida, tendo inclusive pedido para retirar a categoria de sua Carteira de Habilitação.
E tantas outras pessoas que nunca subiram numa moto e alegam veementemente que nunca o farão.
Todos estes tem a moto participando de seu dia a dia. Como?
Pois bem, tem aqueles que já tiveram um retrovisor arrancado de seu carro por um motociclista mal intencionado (e babaca também). Outros foram assaltados por usuários de motocicleta.
A maioria absoluta já pediu uma pizza à noite, quando estava com preguiça de cozinhar e ainda por cima chovia. A pizza certamente foi entregue por um motociclista.
O filho com febre que precisou de um remédio durante a madrugada, foi atendido, provavelmente por um motociclista.
Aquele documento que não poderia estar parado na empresa e muito menos num congestionamento foi entregue por um motoboy.
Sem contar que todos temos um parente, um amigo, um irmão ou filho, até mesmo um pai ou mãe que anda de moto. E a frase também deve ser lida no feminino!
A polícia, quando combatendo o crime, também usa motos, assim como o serviço de atendimento de emergência em algumas cidades. Já pensou num acidente de carro com graves feridos, numa marginal Tietê em horário de pico num dia de tempestade? Os feridos certamente serão atendidos por um motociclista.
A moto é boa, pessoal. É um transporte ágil e econômico, que, não duvidem, deve ser conduzida com responsabilidade, e que faz parte da vida de cada um dos cidadãos deste mundo inteiro, de uma forma ou de outra.